
SiMUGUNS
Metralhadoras .50 M2 e M240 MAG simuladas, instaladas no tripé ou reparo veicular da arma real, com som de até 120 dB — compatíveis com os sistemas de Simulação Viva a laser da Saab.
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A SiNTRES desenvolve e fabrica no Brasil simuladores militares para as Forças Armadas em todo o espectro — vivo, virtual, construtivo e híbrido —, do atirador individual e da guarnição de metralhadora aos exercícios de armas conjuntas no nível Batalhão.
Na maioria das Forças Armadas, o treinamento com metralhadoras pesadas e de alta cadência de tiro — Browning M2 .50, M240 MAG, M249, Minimi — fica muito aquém do necessário. Os motivos são sempre os mesmos: o alto custo da munição e as dificuldades de deslocar pessoal e equipamento para campos de tiro de longo alcance.
O problema se repete na infantaria e na artilharia do Exército, nos destacamentos da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais e nas tropas de segurança da Força Aérea. Vale o mesmo para os procedimentos de morteiro e artilharia, as armas anticarro e os exercícios força contra força, em que realismo costuma significar custo, risco e dano material. A SiNTRES responde com armas simuladas de manejo, cadência, som e luz idênticos aos da arma real, e com ambientes virtuais que posicionam alvos móveis a até 900 m, com balística calculada de acordo com a munição, umidade, pressão e vento.

Metralhadoras .50 M2 e M240 MAG simuladas, instaladas no tripé ou reparo veicular da arma real, com som de até 120 dB — compatíveis com os sistemas de Simulação Viva a laser da Saab.
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Ambiente virtual de armas conjuntas com observador avançado, simulador de artilharia e apoio aéreo e mecanizado, interligado via DIS-HLA do GC ao Batalhão.
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Simulação Viva força contra força com laser seguro para os olhos, geolocalização, sinais vitais e Revisão Após a Ação completa.
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Explosões não pirotécnicas, da granada de luz e som ao impacto de artilharia e minas — e o SiMEX-AT para disparo e impacto de morteiros de 60, 81 e 120 mm.
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Robôs autônomos para treinamento força contra alvo, que manobram e atiram de volta com laser TRACER-X — a tropa treina contra um adversário em movimento.
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UGV de apoio de combate no nível GC. Sua IA reconhece e identifica alvos, mas não tem autoridade de disparo — somente um operador humano pode atirar.
Saiba maisPara assalto aeromóvel, fast-rope e infiltração em telhados, o HELO-TraX oferece uma plataforma suspensa com cabine real de helicóptero. Todos esses sistemas se integram no COMBAT-X, um campo de batalha urbano coberto, para qualquer clima, com cerca de 3.000 m² e um centro completo de Comando e Controle e de Revisão Após a Ação.
Estudamos com seus operadores a doutrina, o terreno, as vias de acesso e as restrições da sua unidade.
Salas, veículos, estandes e instalações projetados em função da missão — e não o contrário.
Fabricação nacionalizada de simuladores, réplicas de armas, efeitos de campo de batalha e robótica.
Instalação, certificação de instrutores e cenários personalizados gravados conforme seus temas, na sua unidade.
Suporte remoto em até 4 horas e visitas técnicas presenciais em até 72 horas, quando necessário.
O General de Brigada Flávio dos Santos Lajoia Garcia, do Comando de Operações Terrestres (COTER), e sua comitiva inspecionaram os equipamentos SiNTRES — o simulador híbrido de tiro virtual e os novos armamentos para Simulação Viva compatíveis com sistemas já utilizados pelo Exército Brasileiro, incluindo as metralhadoras simuladas .50 e M240 MAG e os simuladores de impacto de artilharia.
As armas simuladas e os módulos de Armas Coletivas SiNTRES abrangem a Browning M2 .50, a M240 MAG, a M249 e a Minimi, além do lançador AT4 (réplica SAT4) e dos morteiros de 60, 81 e 120 mm com efeitos SiMEX-AT. Réplicas personalizadas são desenvolvidas sob encomenda.
As SiMUGUNS são compatíveis com os sistemas de Simulação Viva a laser da Saab, e o AV-TAC conecta simuladores individuais, simuladores de voo e sites remotos via DIS-HLA.
Sim. O SiMEX-AT simula tanto o disparo quanto o impacto, utilizando armamentos e procedimentos reais. As posições de tiro e os impactos georreferenciados são transmitidos em tempo real à central de direção de tiro, e as tropas dentro do raio de efeito são marcadas como baixas.
Não. O Stinger pode navegar e patrulhar de forma autônoma, e sua IA reconhece e identifica alvos, mas ele não tem autoridade de disparo. Todo engajamento exige uma decisão deliberada de um operador humano.
Sim. A SiNTRES projeta e fabrica no Brasil seus simuladores, réplicas de armas, efeitos e robótica, com software em português e assistência técnica em todo o território nacional.